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O valor da teoria Neopatrimonial

Uma teoria não pode ser admitida por verdadeira se grupos políticos a praticam necessariamente.


Teoria não é unanimidade de pessoas e sim uma visão sublime feita pelos intelectuais.


Os grupos políticos não tem autoridade em ciência, a não ser se suas personalidades forem a de cientistas e não tendenciosos.


A política faz as coisas pelo voto e não pela lógica.


A teoria se faz pelas inteligências e não por institutos, ou grupos, até mesmo acadêmicos, que podem estar na contramão do conhecimento.


A constante de Planck, ou a teoria da relatividade, mesmo a teoria dos jogos não foram pensadas coletivamente mas foram produtos de intelectuais que na sua meditação individual as produziram.


Em suma, é inteiramente falso dizer que grupos fazem teorias, o que acontece é a descoberta individual para a visão social e publicação da mesma ideia.


Einstein não perguntou a um grupo se sua teoria estava certa ele simplesmente a fez, e a comunidade acadêmica a aceitou, sendo que ninguém desta comunidade era político.


O mesmo temos nas teorias da químicas, do direito, da matemático, eles não perguntaram se suas teorias estavam certas a associações profissionais, mas simplesmente a publicaram e ganharam o crivo mundial.


O mesmo se dá na contabilidade, não há teoria vinda de grupos, mas produzida pelas inteligências que depois alcançam o aplauso social.


Uma teoria se comprova o seu valor, pela sua aplicação. Não necessariamente pelo gosto de voto.


O que grupos trabalham geralmente é periferia conceitual, não pode ser colocado como "produção teórica". Esta é totalmente diferente.


Claramente aqui aparece os dotes do neopatrimonialismo. Ele se aplica na mesma função de estruturação da realidade. Não necessariamente por aceitação política. Mas pelo valor concreto que assume uma explicação do que já existe na gnosiologia do conhecimento contábil.


Ela foi produzida com base numa interpretação da realidade patrimonial.


Foi aceita mundialmente, mas é oculta dos olhos dos "grandes acadêmicos" nacionais que se consideram senhores de tudo.


Muitos pensam que os votos de normas são iguais a teoria o que não é verdade.


Assim a teoria das relações dos fenômenos patrimoniais, se embasa na origem das necessidades, dos entornos, das funções, e das expressões dos fatos, coisa que já fora definidas pelos grandes teóricos, todavia, foi arrumada com grande valor experimental e teórico.


Igualmente os estudos patrimoniais nas funções e campos dos fenômenos.


As demais teses fornecem base para o adequado dimensionamento, isto é, a auditoria e a perícia, afora as outras aplicações como atuarias, custos, finanças, administração gerencial, controladoria, e assim por diante.


Ou seja, a aplicação da teoria neopatrimonial e o seu valor está na realidade arrumada, e bem disposta do que a gnosiologia produziu, sendo original na sua colocação e proposta de estruturação, e não pelo voto político de institutos.


A aplicação e sua validade é universal pois se aplica a todos os patrimônios, estando facilmente no campo categórico.


Não se pode dizer que a teoria neopatrimonial deixe de ser boa simplesmente porque este ou aquele grupo não a reconhece. Isso além de ser um desvio de pensamento é um erro grave de raciocínio.


Ainda há os que confundem IFRS com ciência, ou até mesmo consenso acadêmico com verdade, o que é falso em matéria de lógica.


Repetimos: as teorias e as descobertas vêm do mérito individual para o social, e não necessariamente de grupos, ou associações, estas facilmente manobráveis por políticas e interesses escusos que não os da verdade, finalidade da ciência.


por Rodrigo Antônio Chaves da Silva


Fonte: Rodrigo Antônio Chaves da Silva

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