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A história do Neopatrimonialismo

As propostas doutrinárias asseguraram um posto científico à disciplina contábil. Os esforços doutrinais apontaram para o potencial material na estrutura gnosiológica de Fábio Besta, que fora melhorada com a teoria exposta por Vincenzo Masi (1893-1977): o patrimonialismo. Este movimento cultural revolucionou o mundo da contabilidade, designando um posto de ciência autônoma, com caracterizações fortes e lógicas embrenhando-se no potencial explicativo, em vigas filosóficas. Num esforço continuo, perspicaz, e evolutivo, na tendência masiana, Antonio Lopes de Sá ensaia e ensina um neopatrimonialismo encetando indícios nas suas obras ainda do final da década de 50, melhorando sua doutrina entre as décadas de 70 e 80, até o aparecimento de sua teoria geral do conhecimento contábil voltada para a análise do fenômeno patrimonial como essência. Melhorando a visão teórica contábil, acrescenta as teorias das funções sistemáticas, e a visão das relações do fenômeno patrimonial, além de outras corroborações. A história da contabilidade agora inclui também a história do neopatrimonialismo. Com esse intento de investigação, o trabalho apresenta a exploração da história do novo patrimonialismo através de metodologia, discursiva, literária, bibliográfica, documental, e textual, apresentando as explicações para os fatos marcantes dessa doutrina, interpretando os estados anteriores de correntes antes da sua criação, o seu esboço, os seus conceitos e proposições, e uma perspectiva para o seu futuro. O artigo verifica a cronologia do novo patrimonialismo, e os seus possíveis feitos no mundo da contabilidade, ensaiando uma nova perspectiva filosófica de tendência evolutiva para o mundo da ciência contábil, dentro da sua estrutura cognitiva, colocando outra especial teoria de avanço em bojo filosófico.


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Por: Rodrigo Antonio Chaves


Fonte: Profrodrigochaves.com.br/